Mão digitando em um teclado de notebook. Ao lado, uma tela de celular exibindo uma notícia, onde se pode ler fake em vermelho.

Dicas para identificar se uma informação é falsa ou verídica

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Sabemos que a pandemia da COVID-19 tem aumentado drasticamente os ataques virtuais.

Há um grande fluxo de pesquisas e informações sobre a doença e os golpistas se aproveitam deste fato para disseminar notícias falsas e gerar, assim, maior confusão e incerteza perante a população.

Em momentos como esse a informação é uma arma poderosa e essencial que deve ser consumida com cautela e de fontes confiáveis.

O tema COVID-19 foi responsável pelo surgimento de uma série de notícias falsas, contudo o propósito das mesmas não é apenas causar pânico e incertezas na população.

Um volume representativo das “fake news” é concebida e veiculada por cibercriminosos que visam capturar dados de usuários e gerar danos aos mesmos.

Garantir a segurança e a veracidade da informação, tanto no mundo virtual como no mundo real, é fundamental.

Para auxiliar que pessoas não sejam comprometidas por este tipo conteúdo malicioso, separamos algumas dicas e orientações para combater as famosas fake news.

Pergunte-se porquê

Imagine-se na seguinte situação. Você acaba de receber um e-mail da OMS (Organização Mundial da Saúde), informando que foi disponibilizada uma vacina para a COVID-19, e que você faz parte de um grupo seleto de pessoas escolhida para recebe-la gratuitamente.

Mediante este cenário, faça a seguinte pergunta. Em algum momento você manifestou interesse neste tipo de “benefício”? Ou fez registro formal no site da OMS com esta finalidade? Se a resposta for NÃO, certamente trata-se de uma notícia falsa, tentando induzir você a executar algum procedimento que refletirá em problemas.

Erros de ortografia ou gramaticais

Errar na produção de um texto é normal e acontece com frequência, porém, as organizações não costumam cometer muitos erros, principalmente erros que se repetem no decorrer do texto.

Portanto, é importante realizar uma leitura calma e detalhada do conteúdo, verificando os erros de concordância, erros gramaticais e de digitação. Caso haja muitos desses erros, é bem provável que você esteja diante de um texto escrito em outra língua que foi traduzido por algum programa ou aplicativo e não foi revisado corretamente.

Link incluído para ser clicado na mensagem

É uma prática mais comum compartilhar um link que o direciona para a notícia numa página da web do que a notícia em si.

Portanto, é muito importante comprovar a URL, visto que os cibercriminosos criam sites com notícias falsas, copiando a imagem e até mesmo o formato das páginas legítimas.

Se houver dificuldade ou dúvidas para averiguar a legitimidade da URL, pode-se realizar uma rápida pesquisa no Google, existem sites disponíveis que permitem aos usuários verificar quais páginas web são confiáveis e o tempo que um determinado domínio se encontra ativo.

Se o domínio foi criado há pouco tempo, é muito provável se tratar de uma página falsa para atividades fraudulentas.

Verificar as fontes da notícia

As notícias geralmente contem fontes confiáveis e com credibilidade para dar sustentação.

Caso não haja nenhuma fonte ou as fontes sejam desconhecidas, é muito provável que trata-se de uma notícia falsa.

Por exemplo, no atual momento, com a COVID-19, para averiguar as notícias é recomendável acessar sites de instituições públicas, como o ministério da saúde, OMS (Organização Mundial da Saúde), entre outros, antes de clicar em qualquer tipo de link recebido.

Utilize o Google News

Quando receber uma mensagem ou e-mail de uma informação exclusiva, busque-a no Google News, pois se nenhum outro meio de comunicação disseminou a informação, é muito provável que seja uma notícia falsa.

No Google News, basta apenas digitar uma palavra chave para que ele traga notícias de fontes legítimas e confiáveis.

É fundamental estar prevenido perante essa avalanche de notícias recebidas diariamente, uma vez que nem todas são reais.

Adotar o bom senso, verificar as fontes e as URLs, bem como comprovar se outros meios disseminam informações similares, são dicas simples, mas muito importantes para ajudar a evitar que nos tornemos vítimas de cibercriminosos.

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Thais Souza
thais.souza@ostec.com.br
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